Primeiro...

Primeiro a atitude mental adequada. Depois a escuta interior acertada.
Primeiro a formulação adequada dos pensamentos, depois a observação das coincidências.
Primeiro a decisão de avançar, depois as situações a estruturarem-se.
Primeiro a necessidade de mudar, depois a vontade de tranformar.
Primeiro a curiosidade em se descobrir, depois a alegria em se conhecer.

in Estar Consciente das Coincidências de Christiane Águas

22 de janeiro de 2012

Um dia…

Um dia destes vou voltar a ler os livros mais antigos que tenho. O facto de lermos os livros em idades diferentes dá-nos uma prespectiva diferente. Quero voltar a ter essa sensação.

Julie & Julia de Julie Powell

Julie & Julia

Devo confessar que o que mais gosto neste livro é de ter a grande atriz Meryl Streep na capa!

Este livro não me satisfez por completo. Na verdade, não o consegui ler até ao fim. Ler à noite tais descrições sobre confecção de pratos e sobre os diversos alimentos, não é do mais saudável que se possa ter. A descrição exaustiva do que se passava na cozinha de Julie, fez-me ficar exausta (ainda para mais quando o tema é fígado, algo que só o cheiro me causa náuseas)! A maior parte das vezes chegava ao final da página e nada tinha retido, e tudo o que tinha retido era uma emaranhado de cozinhados de Cozinha Francesa que em pouco pareciam apetitosos (pelo menos para mim, grande apreciadora da Cozinha Portuguesa e Italiana, e da Francesa nem por isso).

Julie Powell sente-se desinteressada pelo seu trabalho e pelo estilo de vida que tem. Para sair desta monotonia Julie inicia um novo projecto que se baseia na reprodução das receitas do livro de Julia Child. Este novo projecto irá mudar a sua vida por completo. É tudo o que sei deste livro. Não sei como é final, e não pude confirmar até que ponto a sua vida muda de rumo.

Porque não gostei do livro?

1. Por ter as expectativas elevadas por sugestão da apresentação do filme;

2. Por não ser o tipo de leitura que me estava a “apetecer”;

3. Por não gostar de Cozinha Francesa e, basicamente, não se falar de outras coisas;

4. Por não conseguir captar o sentido do livro.

Ano de edição ou reimpressão: 2009; Editor: Bertrand Editora; Páginas: 315

A Rapariga Que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo de Stieg Larsson

Que título sugestivo, não conhecessemos nós o estilo de Stieg Larsson.

Desde Outubro que não escrevo um post sobre um novo livro, mas entretanto já dois foram lidos e um terceiro vai começar agora.

Questionei-me hoje sobre o facto de este blogue dever estar a ser escrito de acordo com o novo acordo ortográfico. É algo que tenho de começar a fazer, é um facto (ou fato), mas exige alguma prática e conhecimento das respectivas alterações. Vou tentar começar a escrever de acordo, entretanto, perdoem-me a minha “antiguidade” no sentido da escrita.

Sobre o livro em questão, que vos poderei dizer? Que prendeu-me tanto como o primero? Sim. Que estou ansiosa que saia o próximo em edição Livro De Bolso? (ainda mais) Sim!

Porque alguns dos promenores não estão presentes na minha memória, deixo-vos aqui a sinopse e a certeza de que este foi mais um bom livro de Stieg, e que esta triologia tem dado bastante que falar. Posso-vos dizer que neste livro assistimos a um alterar da história começada no anterior e, mais uma vez, existe uma boa história policial para desvendar, mas com um toque requintado.

A Rapariga Que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo

Sinopse

Depois de uma longa estada no estrangeiro, Lisbeth Salander regressa à Suécia e instala-se luxuosamente numa zona nobre da cidade. Mikael Blomkvist, que tentara contactá-la durante meses, sem sucesso, desiste e concentra-se no trabalho. À Millennium chega material para uma notícia explosiva: o jornalista Dag Svensson e a sua companheira Mia Johansson entregam na editora dois documentos que provam o envolvimento de personalidades importantes numa rede de tráfico de mulheres para exploração sexual. Quando Dog e Mia são brutalmente assassinados, todos os indícios recolhidos no local do crime apontam um suspeito: Lisbeth Salander, e a polícia move-lhe uma implacável perseguição. Lisbeth Salander, que está disposta a romper de vez com o passado e a punir aqueles que a prejudicaram, tem agora de provar a sua inocência e só uma pessoa parece disposta a ajudá-la: Mikael Blomkvist que, apesar de todas as evidências, se recusa a acreditar na sua culpabilidade.

O próximo post está para breve!

Ano de edição ou reimpressão: 2011; Editor: BIS; Páginas: 624

8 de outubro de 2011

A Casa dos Anjos de Collen McCullough

Agora que descobri os livros de bolso, não quero outra coisa. Além de serem mais leves e compactos, para ler à noite na cama dão muito mais jeito. Naquela fase em que estamos a fechar os olhos, o cair do livro não nos assusta. Apenas quando damos conta que já estamos mais a dormir do que a ler, o livro está suavemente pousado sobre nós.

O último livro de bolso que li (acabadinho ontem) foi a Casa dos Anjos de Colleen McCullough, a mesma autora de Pássaros Feridos (o primeiro post deste blog). Apenas ainda li dois livros desta autora, mas confesso gostar bastante da sua escrita e histórias. Apesar de, ao início, os livros não serem muito chamativos acabam por ser envolventes.

A Casa dos Anjos

A Casa dos Anjos conta-nos a história de uma rapariga de 21 anos que, nos anos 60, quer sair de casa por não suportar o comportamento machista da sua família “abruguesada”. Encontra um lugar para viver numa das zonas mais faladas, pela sua excentrididade, da cidade de Sidney: King Cross (o género de Bairro Alto lá do sítio). No entanto, a Casa para onde vai é especial, albergando, também, pessoas especiais que terão um relevante papel para a sua vida.

É nesta casa que Harriet Purcell descobre descobre o amor, o sexo, a liberdade e a afirmação de si própria. A jovem enfermeira tem como inclina a senhora Schwartz uma cartomante, vidente e médium que tem uma filha, a pequena Flo, que é muda. Com a morte da senhora Delvecchio Schwartz, Harriet luta pela custódia da pequena Flo, salvando-a da solidão e dor.

Ano de reimpressão: 2011; Editor: 11 X 17; Páginas: 384

17 de agosto de 2011

Os Homens que Odeiam as Mulheres de Stieg Larsson

Um dos melhores livros de sempre! Há muito que não lia um livro tão rapidamente como aconteceu desta vez. Será apenas da disponibilidade de tempo que agora tenho, ou será por o livro ser mesmo envolvente e viciante?

Quando comecei a ler, o que me chamou primeiro à atenção foi o facto de a história se passar na Suécia. Normalmente as histórias passam-se nos Estados Unidos, em Inglaterra, em Portugal (claro) talvez ainda em França, África ou China (que em tempo esteve na moda), mas Suécia? Não esperava por esta! O título também me levou a levar a pensar que ia estar perante uma romance, especialmente porque me foi recomendado por uma amiga que eu não imaginava que tinha ‘queda’ para policiais! Mas é verdade, um grande policial aliás.
Deixo-vos a sinopse deste volume, o primeiro da trilogia, e espero que um dia deste escreva a sinopse dos restantes volumes.

Os Homens Que Odeiam as Mulheres
Sinopse
O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.

Gostei particularmente da edição em Livro de Bolso!

Ano de edição ou reimpressão: 2011; Editor: BIS; Páginas: 576

1 de agosto de 2011

Comer Orar e Amar de Elizabet Gilbert


Devo confessar que não me entusiamou tanto como previ. Talvez pelas espectactivas estarem muito elevadas, talvez por não ser bem o meu género de livro. No entanto, posso dizer que se lê bem e até é capaz de ser bom para as tardes de praia. Faz-nos pensar nas relações, podendendo até agirmos sobre as mesmas. Lembro-me de comentar com uma amiga que, caso não se tenha os pés assentes no chão, pode-se ser levado a ‘ir atrás da conversa’. É importanto saber distanciarmo-nos e vivermos a nossa realidade.

Apesar de tudo isso, é encantador a forma como a autora supera um divórcio penoso. Aquela passagem por Itália fascina-me. Não consigo deixar de imaginar todos os pratos que são descritos e todo aquele ambiente italiano.

Não considero um dos meus preferidos, mas gostei!

Comer, Orar, Amar

Sinopse

Aos 34 anos, Elizabeth Gilbert, escritora premiada e destemida jornalista da GQ e da SPIN, descobre que afinal não quer ser mãe nem viver com o marido numa casa formidável nos subúrbios de Nova Iorque e parte sozinha numa viagem de 12 meses com três destinos marcados: o prazer na Itália, o rigor ascético na Índia, o verdadeiro amor na Indonésia. Irreverente, espirituosa, senhora de um coloquialismo exuberante, Elizabeth não abandona um minuto a sua auto-ironia e conta-nos tudo acerca desta fuga desesperada ao sonho americano que começou no momento em que encontrou Deus.
Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e preenchida, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão determinante: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia" é uma micro-autobiografia desse ano. O projecto de Elizabeth Gilbert era visitar três lugares onde pudesse desenvolver um aspecto particular da sua natureza no contexto de uma cultura que tradicionalmente se destacasse por fazê-lo bem. Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu a falar Italiano e engordou os 23 kilos mais felizes da sua existência. Reservou a Índia para praticar a arte da devoção. Com a ajuda de um guru nativo e de um cowboy do Texas surpreendentemente sábio, Elizabeth empenhou-se em quatro meses de exploração espiritual ininterrupta. Em Bali, aprendeu a equilibrar o prazer sensual e a transcendência divina. Tornou-se aluna de um feiticeiro nonagenário e apaixonou-se da melhor maneira possível - inesperadamente.

Ano de edição ou reimpressão: 2006; Editor: Bertrand Editora; Páginas: 372

20 de março de 2011

O Rapaz de Olhos Azuis de Joanne Harris

 

Demorei a ler o livro, mas cá vem ele! É um facto que ler de noite nunca é a melhor ideia, porque o sono depressa aparece. Talvez por essa razão não tenha ententido completamente o livro. Acho que um dia destes tenho de o ler de novo, mas por enquanto, aqui fica a sinopse.

Continuo a gostar da Joanne Harris, mas para o meu gosto, este não é um dos melhores livros. Outros virão!

O Rapaz de Olhos Azuis

Sinopse

Ele conhece-a há uma eternidade e, contudo, ela nunca o viu. É como se fosse invisível para a mulher que ama. Mas ele vê-a a ela: o cabelo; a boca; o rosto pequeno e pálido; o casaco vermelho-vivo na neblina matinal, como algo saído de um conto de fadas.
Até agora, ele nunca se apaixonou. Assusta-o um pouco: a intensidade dessa emoção, a maneira como o rosto dela se intromete nos seus pensamentos, a maneira como os seus dedos traçam o nome dela, a maneira como tudo, de algum modo, conspira para que ela nunca lhe saia da cabeça…
Ela não sabe de nada, claro. Tem um ar muito inocente, com o seu casaco vermelho e o seu cesto. Mas por vezes os maus não se vestem de preto e por vezes uma menina perdida na floresta é bem capaz de fazer frente ao lobo mau…

Ano de edição ou reimpressão: 2010; Editor: Edições Asa; Páginas: 432

22 de dezembro de 2010

Sugestões de Natal

Provavelmente este post não ajudará muito, dado que o Natal é já depois de amanhã. Mas para os indecisos, ou para aqueles que, como eu, têm de comprar mais prendas no inicio de Janeiro devido a aniversários, aqui ficam algumas ajudinhas. Não serão apenas ajudinhas. Estes livros que vou mostrar e falar sobre um pouco aqui, fazem parte da lista de presentes de Natal cá de casa.

Inspirada no ultimo post, os livros que se seguem são policiais de dois grandes autores já falados neste blogue.

imagePara quem não conhece, Ken Follet, o autor do best seller Pilares da Terra, iniciou a sua carreira na escrita com o género thriller.

Sinopse: Em Junho de 1941 a Dinamarca encontra-se sob a ocupação de Hitler, enquanto a Grã-Bretanha é a única potência europeia em condições de fazer frente ao avanço dos nazis. Mas os aviões que partem em missões de bombardeamento são sistematicamente abatidos pelos esquadrões germânicos, como se de algum modo estes conhecessem os planos de ataque da RAF. Uma agente do MI6 é destacada para investigar o que está a beneficiar os alemães, numa missão secreta à Dinamarca... Ao mesmo tempo, na pequena ilha de Sande, o jovem Harald, encontra numa base secreta dos alemães algo cuja descoberta pode ser vital para mudar o curso dos acontecimentos... Um thriller empolgante e complexo, baseado num caso verídico, pela mão do grande mestre da arte de contar que é o mundialmente famoso Ken Follett.

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Já falado no post anterior, Daniel Silva, com a sua mais novissima inspiração, não podia deixar de constar desta lista. Já é considerado o melhor até à data!

Sinopse: Seis meses após o dramático final de Regras de Moscovo, Gabriel Allon regressa à lua-de-mel com Chiara e ao restauro de uma peça setecentista do Vaticano. Mas a sua paz é efémera.
De Londres chega a notícia de que Grigori Bulganov, espião e desertor russo que lhe salvou a vida em Moscovo, desapareceu sem deixar rasto. Nos dias que se seguem, Gabriel e a sua equipa travarão um duelo mortal com Ivan Kharkov, um dos homens mais perigosos do mundo. Confrontado com a possibilidade de perder a coisa mais importante da sua vida, Gabriel será posto à prova de maneiras inconcebíveis até então. E nunca mais será o mesmo.

 

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Para quem gosta de astrologia e de ir mais além na aplicabilidade desta ao ser humano, Maria José Costa Félix mostra-nos como os astros podem influenciar as escolhas de uma criança, ajudando os pais (receptivos a estes ideais) a melhor compreende-las.

Sinopse: Por muito bem que os pais conheçam os seus filhos, a astrologia dá-lhes informações valiosas que os convida a acompanhá-los ao longo da sua caminhada terrestre de forma mais profunda. Para lá de poder ajudá-los a descobrirem a sua vocação profissional, também os esclarece sobre as aspirações de cada um como ser humano único que é e a quem compete cumprir uma missão específica. Também para os filhos a astrologia é da maior utilidade. Ao revelar-lhes fragilidades, de toda a ordem, dos seus respectivos pais, leva-os a encará-los e aceitá-los não como super homens ou super mulheres, mas tal como na realidade são. Não há planetas ?bons? nem planetas ?maus?. Cada um tem o seu papel na nossa vida e as conjugações entre eles limitam-se a criar terrenos favoráveis ou desfavoráveis para determinados tipos de acontecimentos. A astrologia ajuda-nos a ter fé antes de mais em nós próprios. Não pode, claro está, eliminar-nos a dor. Contudo ensina-nos a encará-la como algo que não é absurdo e que pode sempre ser para nós um ponto de partida para uma qualquer viragem importante na nossa vida.

 

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Last but not least, aqui temos o tão proclamado Romance de José Rodrigues dos Santos: O Anjo Branco. Fascinante por ser um tributo ao seu pai.

Sinopse: A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo. No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato. Chamam-lhe o Anjo Branco. Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar. Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

Estes são os que vou oferecer. Se escolhesse os que gostaria de receber? A lista era bastante comprida.

Para 2011 desejo muitas leituras a todos!

O Assassino Inglês de Daniel Silva

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Já lá vai o tempo em que foi publicado o último post! Ainda para mais sem a actualização devida. Que não acabe 2010 o post do livro completo!

Há quem lhe chame thriller, eu gosto mais de dizer policial ou suspense! Este maravilhoso policial leva-nos até à Suiça, numa visita atribulada da personagem principal: Gabriel Allon (que pelo que entendi, já vem de outros livros). Gabriel é um agente (afastado) da polícia secreta Israelita, Mossad, e um entendedor e restaurador de arte. Ao ir restaurar um quadro de um dos muitos famosos e ricos banqueiros de Zurique, Gabriel vê-se no meio do sangue do próprietário, do qual é injustamente acusado de homicidio. Toda a história desenvolve-se na procura dos verdadeiros assassinos, passando pela descoberta de roubos de arte pelos nazis e escondidos na Suiça.

É um livro envolvente, do qual não queremos largar senão unicamente quando os nossos olhos já estão fechado há mais de 15 segundos!

Para quem gosta de espionagem, sugiro Daniel Silva. Incentivada pelo meu pai a lê-lo, o último lançamento deste autor faz parte da minha lista de Natal!

Colecção: Grandes Romances

Classificação: Thriller

Ano de edição ou reimpressão: 2009; Editor: Bertrand Editora; Encadernação: Capa mole; Páginas: 352

8 de agosto de 2010

Difícil

É verdade que desde Fevereiro (xi tanto tempo!) que não escrevo nada. O facto é que não tenho conseguido ler quase nada. O meu tempo de leitura são os 5 minutos antes de adormecer. Como devem imaginar, a ler assim nunca mais acabo nenhum livro. Além disso, ainda não encontrei nenhum que me entusiasmasse o suficiente.
Lembram-se de ter começado a ler o Mundo Sem Fim do Ken Follet? Pois é, nem esse consegui acabar. Passeio pela Fnac à procura de algum título sugestivo, mas nada…
Como devem calcular, este blogue ficará sem actualização ainda durante mais algum tempo.
Se houver sugestões, são sempre bem-vindas :)

1 de fevereiro de 2010

A Siciliana de Sveva Casati Modignani

Um grande livro sem dúvida!

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Conta-nos a história de um menina, Nancy Pertinance, que vê o seu pai ser morto na vez de Frank Latella, um dos grandes nomes da Máfia. Jura vingança pela morte injusta de seu pai. Quase sem querer é acolhida pela família Latella onde cresce e conhece o amor da sua vida. Torna-se numa mulher de princípios, que promete o que cumpre. Apaixona-se perdidamente por Sean, um irlandês bem conhecido no mundo mafioso, desconhecendo que fora ele o assassino de seu pai.

Esta história tem várias surpresas, umas previsíveis outras que por muito previsíveis que sejam, achamos que não vão acontecer. O facto é que acontecem! Muito bom, muito interessante. Para quem, como eu, fica fascinado (de um modo inexplicável e quase com vergonha) com a Máfia, este é mais um livro absolutamente fascinante!

Classificação: Romance

Ano de edição ou reimpressão: 2004; Editor: Edições Asa; Encadernação: Capa mole; Páginas: 384

31 de dezembro de 2009

Ingredientes para o Amor – Erica Bauermeister

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Não podia acabar o ano sem mais um livro para ‘mostrar’.
Muitas vezes escolho livros pelo seu título. Quero com isto dizer que, para mim, o título é essencial, pois deve reflectir o conteúdo do livro.
Relativamente a este novo livro que aqui apresento, tenho a dizer que ao início o título pareceu-me um pouco estranho e até cheguei a pensar o que é que dali viria. No fim, achei que não há melhor para esta história. Cada capítulo mostra-nos uma história de amor diferente, onde podemos entender as diferentes, mas iguais, formas de amor. O comum deste livro além do amor? Todas as personagens frequentam um curso de cozinha!
O único defeito que lhe ponho é ser pequeno! Podia ter mais histórias (ou então sou eu que ando insaciável de histórias de amor).
Classificação: Ficção
Ano de edição ou reimpressão: 2009; Editor: Quidnovi; Encadernação: Capa mole; Páginas: 200

28 de novembro de 2009

Verónica Decide Morrer de Paulo Coelho

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Sempre acreditei que cada livro deve ser lido numa altura/idade própria. Não só pelo modo como encaramos e absorvemos toda a história, mas também porque os nossos gostos vão mudando.

Quando tinha os meus 13, 14, 15 anos ‘devorei’ quase toda a colecção de Paulo Coelho. Comecei pelo Alquimista, passei pelo Diário de um Mago, Monte Cinco, Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei, A Senhorita Prim, Brida…enfim, sei que, na altura, apenas me faltava ler As Valquírias para ter toda a colecção! Mas foi Verónica Decide Morrer que mais me marcou. É sabido que os livros de Paulo Coelho apelam à espiritualidade, e nos fazem reflectir sobre diversos assuntos. Recordo que n’O Alquimista a personagem ia à descoberta de si própria e falava dos assuntos da alma; no Diário de um Mago, Paulo Coelho falava do seu percurso espiritual no caminho francês de Santiago de Compostela; em Brida lidamos com uma jovem que anseia tornar-se bruxa, e somos rodeados de magos nas florestas, bruxas e vivências de vidas passadas; e em Monte Cinco somos confrontados com a importância da permanência do sentimento de esperança nas nossas vidas.

Em Verónica Decide Morrer somos confrontados com a morte, o suicídio, o desespero. Verónica ao tentar o suicídio, mas sem sucesso, vê-se internada num hospital psiquiátrico onde muitos outros jovens esquizofrénicos se encontram. Conta-nos a vida de cada um, e de como cada um deles é feliz na sua ‘loucura’. Talvez por isso tenho sido marcante: podemos ser loucos e felizes, mesmo que sejamos ‘etiquetados’ pela nossa loucura.

Quando alguém quer uma coisa, todo o Universo conspira para que possa realizá-la.

(em O Alquimista)

Classificação: Romance

Ano de edição ou reimpressão: 2000; Editor: Pergaminho; Encadernação: Capa mole; Páginas: 248

18 de novembro de 2009

Prevenir

Tenho tido pouco tempo para leituras, e como já devem ter reparado a que estou no momento a fazer está a decorrer com muita calma. Devido ao cansaço, muitas vezes só consigo ler uma página do livro que ando a ler. No entanto, tenho de confessar que está cada vez mais interessante e aliciante (já consigo ler mais de 1 página).

Há uma leitura que faço todos os meses e dela não prescindo, mais que não seja porque vem parar a minha casa. É dessa leitura mensal que vos falo hoje: a revista Prevenir.

prevenir_49

É uma revista apenas sobre saúde, alimentação e bem estar físico e psicológico. A princípio poderão pensar ‘ah, não serás hipocondríaca?’ Ora aí está o grande exercício desta revista. É um facto que é abundante em informação sobre doenças e alimentação, mas o segredo (e a inteligência) está em saber recolher todos os dados lidos apenas como informação e não para descobrir algumas das patologias em nós mesmos. Não é que não ajude a reconhecer alguma coisa, mas para evitar o ‘ser hipocondríaca’ há que ‘filtrar’ a informação e vê-la mais como forma de cultura geral. No fim, garanto-vos que o resultado é positivo: em relação às doenças, é interessante conhecer o ‘funcionamento’ de algumas doenças (até porque acabam, muitas delas, por serem desmitificadas); em relação à alimentação, todos os alimentos são importantes e essenciais na nossa dieta (entenda-se dieta como alimentação e não dieta de comer pouco/menos).

Para quem gosta de saber mais sobre aspectos relacionados com a saúde e sabe que consegue fazer este filtro, esta revista é uma óptima forma de saber um pouco mais. Especialmente pessoas como eu, que nada têm a ver com a área de saúde.

24 de outubro de 2009

A Vida num Sopro e A Fórmula de Deus de José Rodrigues dos Santos

Hoje, vou aproveitar o fim da leitura de A Vida num Sopro, para comentar não apenas este mas também outro dos livros do pivot da televisão portuguesa.
O seu ‘adeus’ no final do telejornal revela-nos um jornalista humorístico. Nos seus livros descobrimos que o mesmo jornalista se interessa pelos mais diversos assuntos, aprofundando-os e partilhando com o público numas boas centenas de páginas.
image_A vida num sopro A Vida num Sopro leva-nos ao interior de Portugal na época de Salazar. À volta de uma história de amor vai-nos sendo mostrado o Portugal de Salazar, o poder da PVDE e um cheirinho da Guerra Civil Espanhola.
Apesar de reconhecer o marco histórico, na minha opinião, é dos livros menos ‘apetecíveis’ de José Rodrigues dos Santos. Habituados a sermos confrontados com aspectos mais científicos, como na Fórmula de Deus, o autor nesta obra entrega-se apenas à História.
Ano de edição ou reimpressão: 2008; Editor: Gradiva Publicações; Encadernação: Capa mole; Páginas: 616
Classificação: Romance

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A Fórmula de Deus, um dos best sellers deste mesmo autor e, também, o meu preferido até agora, fala-nos da crise nuclear no Irão, de Albert Einstein e da prova científica da existência de Deus.
Sinopse
Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático.
O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus.
Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos.
Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida.

Ano de edição ou reimpressão: 2006; Editor: Gradiva Publicações; Encadernação: Capa mole; Páginas: 576
Classificação: Romance

Fonte: www.wook.pt

13 de outubro de 2009

O Capitães da Areia de Jorge Amado

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Foi numas férias de verão que o li. Lembro-me de achar o título apropriado para as minhas férias na praia. Claro que, no decorrer da leitura, vi que nada tinha a ver com praia, muito menos com férias! Foi o primeiro livro do autor brasileiro que li. Achei magnífica não só a história como a escrita.
Um livro que não queremos que acabe, que queremos ler sempre mais e mais. Retrata-nos a vida de uns ‘meninos de rua’ e das suas lutas na vida. É uma realidade muito diferente da nossa, e não menos importante de se conhecer.
“Capitães da Areia é o livro de Jorge Amado mais vendido no mundo inteiro. Publicado em 1937, teve a sua primeira edição apreendida e queimada em praça pública pelas autoridades do Estado Novo. Em 1944 conheceu nova edição e, desde então, sucederam-se as edições nacionais e estrangeira, e as adaptações para a rádio, televisão e cinema. Jorge Amado descreve, em páginas carregadas de grande beleza e dramatismo, a vida dos meninos abandonados nas ruas de São Salvador da Bahia, conhecidos por Capitães da Areia.”
Fonte: www.wook.pt
“O que o livro "Capitães da Areia" nos transmite, na verdade, é o fato de cada um dos garotos tentar substituir o amor de mãe que lhes falta. Pirulito descobriu Deus para lhe transmitir um pouco desse carinho; Gato descobriu Dalva, uma mulher já feita, muito mais velha que ele, que lhe dava prazer todas as noites; Volta-Seca no seu padrinho, Lampião, que lhe permitia sonhar que um dia se juntaria a ele e juntos lutariam contra o sistema; Professor acha seu afeto na pintura e nela mostra seus sentimentos; e assim por diante. Contudo, a realidade é que, por mais que eles tentem, esse carinho de mãe não pode ser substituído e que há sempre aquele espaço vazio nos seus corações, o que os leva a continuar a conduzir a vida, na maior parte dos casos, pela criminalidade. Mostra também que o problema desses meninos faz parte da nossa realidade e que não são todas as pessoas que se preocupam com isso, tratando esses meninos como delinquentes.”
Colecção: BIS
Classificação: Romance
Ano de edição ou reimpressão: 2009; Editor: Leya; Encadernação: Capa mole; Páginas: 208

13 de setembro de 2009

O Diário da Nossa Paixão de Nicholas Sparks

o diário da nossa paixão
Com certeza já muitos o leram e terão a mesma opinião que eu sobre este livro. Mais uma vez foi-me emprestado, mais uma vez por uma eterna romântica como eu, e mais uma vez falo-vos de um romance. Veio para a terras inglesas quase que por milagre.
Um belo romance que fala de Amor; do mais sincero e profundo Amor. Aquele que ultrapassa tudo e que resiste com o passar do tempo. Ao ler este livro muitas vezes me passou pela cabeça a pergunta se será que existe mesmo este Amor ou se acontecerá apenas em livros. Ao início quase que responderia que sim, que talvez seria só em livros, mas agora sei que não. Pensei nas pessoas que me rodeiam e vi os momentos e os longos anos que passaram juntas e que, apesar das grandes dificuldades que têm passado, permanecem juntas e unidas por este sentimento.
Nos livros podemos aprender que o Amor existe em qualquer momento: nos bons e nos menos bons. Mas é na experiência da vida que o sabemos profundamente. Olho para os meus pais (que são o meu grande exemplo) e quase que poderia escrever a mesma história que este livro nos conta, sabendo que o que os une é mesmo este sentimento: o verdadeiro Amor. É nos momentos menos bons que realmente sabemos o que sentimos por aquele que amamos, porque este enorme sentimento leva-nos a superar tudo, as maiores dificuldades. Mas é importante reter que não se mostra só nos ‘momentos menos bons’ mas também, e especialmente, nos bons! Porque são esses que ficam retidos na memória, tal como esta bela história nos mostra.
Um óptimo livro não para sonharmos, mas para acreditarmos que também seremos afortunados desta maneira! Eu sempre acreditei que sim!
Colecção: Grandes Narrativas
Classificação: Romance
Ano de edição ou reimpressão: 2001; Editor: Editorial Presença; Encadernação: Capa mole; Páginas: 160.

10 de agosto de 2009

A Alquimia do Amor de Nicholas Sparks

A Alquimia do Amor
Simplesmente encantador e apaixonante. Para mim, este livro, é muito especial. Não só pela história, mas principalmente porque me foi recomendado por alguém muito querido. O livro por si já é extremamente romântico, mas a pessoa que mo emprestou conseguiu lê-lo de uma forma extremamente romântica e quase irreal!! Quase tão irreal como a personagem do principal. Para mim, ler o livro e pensar no modo romântico como foi lido anteriormente, fiz as minhas delícias!!
Outros dois aspectos que tornam este livro ainda mais especial não só têm a ver como o meu estado de alma no momento (que se adequa perfeitamente ao romantismo presente ao longo de todas as páginas) mas também com o local onde o li: Londres. Adquiri os hábitos de leitura no comboio dos ingleses, e durante três dias do meu percurso até Waterloo  devorei este romance.
Não vou apresentar sinopse, não vou contar a história. Apenas digo que qualquer mulher com uma boa dose de romantismo (como acho que são a maior parte) gostaria de ter um marido assim! Mesmo que não troquem o seu companheiro por nada deste mundo, no fundo, nem que seja só em sonhos, desejariam ter algo assim!
Colecção: Grandes Narrativas
Classificação: Romance
Ano de edição ou reimpressão: 2003; Editor: Editorial Presença; Encadernação: Capa mole; Páginas: 256
Após dois posts sobre livros extremamente românticos, posso afirmar que sou uma romântica sem remédio!