Primeiro...

Primeiro a atitude mental adequada. Depois a escuta interior acertada.
Primeiro a formulação adequada dos pensamentos, depois a observação das coincidências.
Primeiro a decisão de avançar, depois as situações a estruturarem-se.
Primeiro a necessidade de mudar, depois a vontade de tranformar.
Primeiro a curiosidade em se descobrir, depois a alegria em se conhecer.

in Estar Consciente das Coincidências de Christiane Águas

9 de julho de 2009

Guia American Express - Londres

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O meu companheiro de viagem!!!
Todos sabemos que viajar sozinho, além de ser um grande aventura por vezes não é o mais agradável (acho que ninguém gosta de viajar sozinho…). Ora, eu não gosto de viajar sozinha. Conhecer outros sítios sozinha é chato, afinal quem me tira fotografias?  Mas encontrei o companheiro perfeito!!! Dá-me conselhos, leva-me a sítios bonitos, conta-me histórias, leva-me a jantar fora, mostra-me a diversidade de espectáculos, os cantinhos especiais, e melhor: não refila comigo! Que mais posso querer?
Só há é um pequeno problema, ainda não ganhei coragem para o convidar!
Ano de edição ou reimpressão: 2000; Editor: Livraria Civilização Editora; Encadernação: Capa mole; Páginas: 432

7 de julho de 2009

Algo diferente!

Hoje não são livros que venho partilhar. São também palavras.
Letras de músicas que nos tocam. Afinal não encontramos também nas músicas belos textos e lições? Palavras que nos façam pensar, reflectir e ver o mundo de outra forma? Palavras que queremos dizer e que tão bem definidas vêm nas músicas
Pois é, aqui vão letras de duas músicas que, na minha opinião, são bastante profundas e que nos levam a reflectir. Desde já, peço desculpa por serem em espanhol.

La Llorona – Chavela Vargas
Todos me dicen el negro, Llorona
Negro pero cariñoso.
Todos me dicen el negro, Llorona
Negro pero cariñoso.

Yo soy como el chile verde, Llorona
Picante pero sabroso.
Yo soy como el chile verde, Llorona
Picante pero sabroso.

Ay de mí, Llorona Llorona,
Llorona, llévame al río
Tápame con tu rebozo, Llorona
Porque me muero de frió

Si porque te quiero quieres, Llorona
Quieres que te quieres más
Si ya te he dado la vida, Llorona
¿Qué mas quieres?
¿Quieres más?

La Máscara, 1945 – Frida Kahlo
Paloma Negra – Chavela Vargas
Ya me canso de llorar y no amanece
Ya no sé si maldecirte o por ti rezar
Tengo miedo de buscarte y de encontrarte
Donde me aseguran mis amigos que te vas
Hay momentos en que quisiera mejor rajarme
Y arrancarme ya los clavos de mi penar
Pero mis ojos se mueren si mirar tus ojos
Y mi cariño con la aurora te vuelve a esperar

Y aggaraste por tu cuenta la parranda
Paloma negra paloma negra dónde, dónde andarás?
Ya no jueges con mi honra parrandera
Si tus caricias han de ser mías, de nadie mas

Y aunque te amo con locura ya no vuelves
Paloma negra eres la reja de un penar
Quiero ser libre vivir mi vida con quien yo quiera
Dios dame fuerza que me estoy muriendo por irla a buscar
Y agarraste por tu cuenta las parrandas

2 de julho de 2009

Ética para um Jovem de Fernando Savater

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Foi por acaso que se deu este encontro. Tinha de fazer um pequeno trabalho para a cadeira de Profissionalismo e Ética sobre um tema sugerido por nós. Escolhi ‘Os Jovens e a Ética’. Mal sabia onde me estava a meter! Durante semanas pensei sobre o assunto, perguntei a muita gente a sua opinião (pus muita gente a pensar, mas valeu a pena!) e acabei por me encontrar com este livro.
Aborda o tema numa linguagem simples e directa, bem perceptível para qualquer jovem. Não é fácil fazê-lo com um temas destes! Liberdade. Já pensaram bem sobre o que isto é? Ah pois é! Não é uma simples palavra que nos abre as portas para tudo o que queremos fazer. É muito mais complexo que isso. Por vezes sabem bem tê-la, mas outras vezes é muito complicado lidar com ela.
Vale a pena ler e sabermos mais sobre este assunto, especialmente porque nos faz repensar na nossa vida, prioridades, modos de pensar e agir.
Agora o trabalho está feito, e eu já estou um bocadinho mais rica!

Ano de edição ou reimpressão: 2001; Editor: Editorial Presença; Encadernação: Capa mole; Páginas: 126
(isto hoje ficou profundo… )

28 de junho de 2009

Manual de Caça e Pesca para Raparigas de Melissa Bank

image (1) Confesso que quando mo oferecerem, na minha inocência, pensei mesmo que era para aprender a pescar e a caçar… Era uma miudita (13 anos) e só pensava nos escuteiros, por isso era natural, achava eu, que me oferecessem livros sobre caça e pesca. A única diferença, é que os “animais” do livro são um pouco diferentes daqueles que iam na minha cabeça.
Apesar de toda a confusão que ía na minha cabeça, quando comecei a ler o livros, acabei por gostar dele e, sinceramente, aconselho a qualquer adolescente!
Sinopse
Aos 28 anos Jane Rosenal ainda lidava mal com as regras do acasalamento. Usar o cabelo comprido, não aceitar um convite com menos de quatro dias de antecedência e nunca dizer piadas, tal como aconselhava o seu livro de cabeceira - Como Encontrar e Casar com o Homem Certo -, eram comportamentos que lhe causavam alguma confusão. Além disso tinha ainda de, no trabalho, obedecer a uma chefe particularmente antipática e de contornar os mais inesperados problemas familiares, já para não falar dos seus sucessivos e patéticos desaires amorosos. Afinal a fórmula proposta pelo seu livro de cabeceira começava a suscitar-lhe sérias dúvidas... Da autoria de uma jovem escritora americana, um grande sucesso editorial já traduzido em oito línguas.
Colecção: Grandes Narrativas
Ano de edição ou reimpressão: 1999; Editor: Editorial Presença; Encadernação: Capa mole; Páginas: 248

16 de junho de 2009

Mãe e Filha de Marianne Fredriksson

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  Lembro-me que foi oferecido pela minha mãe na minha adolescência. por isso mesmo, o significado do livro intensificou-se.
Apesar de já não me lembrar bem da história, sei que gostei. Sei que é bom para filhas com relações menos boas com as mães. No entanto, também é bom para filhas com boas relações com as mães, porque assim podem realmente aperceber-se do que as une: o único e verdadeiro amor, compreensão e amizade entre uma mãe e uma filha.
Sinopse
Com este novo título, Marianne Fredriksson explora o universo feminino e os laços que unem (e outras vezes afastam) mães e  filhas. Katarina é uma mulher jovem e independente, que adora sentir-se apaixonada e que, de repente, descobre que está grávida. Ao decidir partilhar com o seu companheiro este momento de enorme felicidade, ele tem uma reacção totalmente inesperada e violenta a Katarina vai parar a uma cama de hospital. E é lá que se confronta com o seu passado, que sempre a angustiou e que agora lhe vem à memória com a lembrança do seu próprio pai, um homem duro e igualmente violento que batia na sua mãe. Porém, este encontro doloroso conduzi-la-á a uma nova etapa da vida e fará com que a sua relação com a mãe se torne cada vez mais próxima e cúmplice. Juntas vivem experiências e sentimentos, e descobrem que o amor que sentem uma pela outra é tão forte a ponto de conseguir transformar as feridas do passado em meras lembranças que não mais as perturbarão. "Mãe e Filha" é um livro que explora as relações humanas e a maneira como estas moldam a personalidade de cada um e é, acima de tudo, uma história envolvente e inesquecível.
Classificação: Romance
Colecção: Grandes Narrativas
Ano de edição ou reimpressão: 2005; Editor: Editorial Presença; Encadernação: Capa mole; Páginas: 244
Fonte: www.wook.pt

27 de maio de 2009

Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago

Prémio Nobel de Literatura em 1998

O que mais me fascina nos livros deste senhor, é que ele escreve sobre factos reais à escala mundial. Neste livro, em vez de apenas um grupo de Homens ser cego, é o mundo inteiro excepto uma única mulher. É uma visão completamente diferente da real, mas de modo realista. Há quem diga que a sua escrita é de difícil leitura. Confesso que não notei essa dificuldade. Das duas uma: ou ele de facto escreve bem, ou eu não sei ler. Mas, cada um é livre de expressar a sua opinião, por isso somos seres diferentes. É da diferença humana que o livro nos fala: de um lado temos os criminosos de sempre, que nos atormentam e despertam em nós sentimento menos humanos; e do outro aqueles que nos dão a mão, que fazem ver como a nossa vida é boa, cheia de esperança e alegria.
Sinopse
Uma cidade é devastada por uma epidemia instantânea de "cegueira branca". Face a este surto misterioso, os primeiros indivíduos a serem infectados são colocados pelas autoridades governamentais em quarentena, num hospital abandonado. Cada dia que passa aparecem mais pacientes, e esta recém-criada "sociedade de cegos" entra em colapso. Tudo piora quando um grupo de criminosos, mais poderoso fisicamente, se sobrepõe aos fracos, racionando-lhes a comida e cometendo actos horríveis. Há, porém, uma testemunha ocular a este pesadelo: uma mulher, cuja visão não foi afectada por esta praga, que acompanha o seu marido cego para o asilo. Ali, mantendo o seu segredo, ela guia sete desconhecidos que se tornam, na sua essência, numa família. Ela leva-os para fora da quarentena em direcção às ruas deprimentes da cidade, que viram todos os vestígios de uma civilização entrar em colapso. A viagem destes é plena de perigos, mas a mulher guia-os numa luta contra os piores desejos e fraquezas da raça humana, abrindo-lhes a porta para um novo mundo de esperança, onde a sua sobrevivência e redenção final reflectem a tenacidade do espírito humano.
fonte: www.wook.pt
Um livro, que na minha opinião, leva o nosso pensamento mais além! Vale a pena!
Classificação: Romance
Colecção: Campo da Palavra
Ano de reimpressão: 2008; Editor: Editorial Caminho; Encadernação: Capa mole; Número de Páginas: 312

24 de maio de 2009

Um Capricho da Natureza de Nadine Gordimer

Prémio Nobel de Literatura em 1991
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Dei início a leitura deste livro, mas ao fim de um mês ainda nem 100 páginas tinha lido. Como não me cativou o suficiente, voltei a pô-lo na prateleira. Pode ser que daqui a uns anos, ou meses até, o espírito para o ler seja diferente. Cada livro tem a sua época!



Sinopse
Ninguém poderia ter previsto o papel que Hillela iria desempenhar no destino do seu país. Para alguns ela fora apenas uma adolescente que criava problemas. Outros tinham-na amado, ou haviam-na considerado uma oportunista e uma aventureira. Como decidir se apenas se tratava de uma inocente, que tão-só tentava sobreviver, ou de alguém determinantemente em busca do poder, e visando obtê-lo sem usar as mortíferas "vantagens" decorrentes da circunstância de ter nascido na África do Sul e de ser branca?
Classificação: Romance
Ano de reimpressão: 2003; Editora: Dom Quixote;  Encadernação: Capa Mole; Número de Páginas: 400